terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Cabeça de Cuia: É uma lenda do Piauí, mais precisamente no Bairro Poti velho em Teresina. Trata-se da história de Crispim, um jovem garoto que morava nas margens do rio Parnaiba ou velho monge. Sua família era palpermia. Um certo dia, chegando para o almoço irritado por não ter conseguido pescar, sua mãe lhe serviu, como de costume, uma sopa rala, com um corredor de boi sem carne, já que faltava tudo na sua casa frequentemente. Nesse dia ele se revoltou, e no meio da discussão com sua mãe, arremessou a ossada contra ela, atingindo-a na cabeça e matando-a. Antes de morrer sua mãe lhe amaldiçoou a ficar vagando no rio e também como efeito da maldição, Crispim ficou com a cabeça muito grande, do tamanho de uma cuia, daí o nome "cabeça de cuia". A mãe ainda lhe disse que sua pena penduraria até que ele se relacionasse sexualmente com sete Marias virgens. Dada essa lenda, muitas mulheres antigamente evitavam lavar as roupas às margens do rio.

A lenda do cabeça de cuia


domingo, 28 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


Saldades das férias de julho em Aracajú-SE! Esta imagem é o rio sergipe desaguando no mar. Eu e meus irmãos.

Sítio Lagoa do Mato, Paraiba, terra querida em que nasci e adoro passar férias. Terra fértil cheia de frutas e de um clima agradabilissimo, localizada no brejo paraibano.

domingo, 17 de outubro de 2010

Museu do homem americano

São Raimundo Nonato tem maior conjunto de arte pré-histórica em rocha do mundo
Apesar de todo cuidado que eles têm com sua pré-história, ainda existem problemas no presente da cidade que precisariam de uma maior atenção.

Da Redação


O JN no Ar foi para a cidade piauiense de São Raimundo Nonato. Vamos direto aos números do estado.


Piauí: mais de três milhões de habitantes. A economia do estado, a menor da região nordeste, é puxada pelo setor de serviços. No campo, a seca é uma constante ameaça.


A renda média mensal é de R$ 713, abaixo da média nacional de R$ 1.025. O acesso à rede de esgoto é o mais baixo do país.


A taxa de mortalidade infantil é a menor da região nordeste, a de homicídios também. Um em cada quatro habitantes não sabe ler nem escrever. Pouco mais de dois milhões de eleitores votam no Piauí.


O repórter Ernesto Paglia falou, ao vivo, do aeroporto mais próximo da cidade de São Raimundo Nonato em condições de receber o JN no Ar que fica em Petrolina, no Pernambuco.


Hoje cedo, um amanhecer ensolarado em Petrolina. E o nosso segundo avião voltou à pista para nos levar ao vizinho Piauí.


São Raimundo Nonato aparece no meio da paisagem seca da caatinga. Para nossa sorte, a pista do futuro Aeroporto da Serra da Capivara ficou pronta há pouco mais de um ano. É a única parte concluída do projeto aprovado em 1997.


Obra inacabada parece ser a marca do lugar. A estrada que liga a região à capital, Teresina, também alterna asfalto com trechos de terra. O comércio e os bancos transformam a cidade em um centro importante para a região.


Hoje, moradores reclamavam do cheiro do sistema de esgoto instalado em São Raimundo Nonato. “Já tive que me mudar quando a minha filha nasceu, por causa do mau cheiro”, revela uma senhora.


Mas tem um trabalho na região que vai consumir muito mais tempo. Gerações de arqueólogos ainda vão estudar o Parque Nacional da Serra da Capivara, a 40 quilômetros da cidade.


Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, o parque tem a maior concentração de arte pré-histórica em rocha do mundo, mais de 900 sítios arqueológicos, 1,3 mil em toda a região.


Os desenhos de até 30 mil anos atrás foram feitos pelas mãos de alguns dos primeiros seres humanos a caminhar pelo continente americano.


“Preservar a história integrando a comunidade foi uma das primeiras decisões que tomou a Fundação Homem Americano, quando percebeu que, com uma população ignorante e pobre em volta, não ia conseguir preservar nada”, declara Rosa Trakalo, da Fundação Homem Americano.


No bem cuidado centro de visitantes, um vídeo mostra imagens da pioneira da pesquisa. A arqueóloga paulista Niede Guidon trabalha no local há quatro décadas. A dedicação da doutora Guidon trouxe para Nonato um curso de Arqueologia, que já formou três turmas.


Lucas Braga, órfão de pai pedreiro, está no segundo ano de faculdade e trabalha há seis na Fundação do Homem Americano, criada por Niede. “Eu fui aluno do Pró-Arte FUMDHAM, que é um projeto social da FUMDHAM. Pretendo fazer mestrado fora e pretendo voltar para cá para eu estudar aqui”, afirma o estudante.


Sônia Rosário morou 12 anos em São Paulo e queria voltar. Só conseguiu depois da vaga de recepcionista no museu criado pela fundação. “Eu gosto de morar aqui que é mais tranqüilo. São Paulo já é muito perigoso”, comenta.


O museu, rico em achados da região, usa os recursos mais modernos e mostra apenas uma parte do imenso acervo de peças a serem estudadas que estão nos laboratórios. “Tem muito trabalho para muitas gerações de arqueólogos e vários tipos de sítios”, aponta a arqueóloga Gisele Felice.


Ninguém vai escrever a pré-história do continente americano sem estudar a fundo o tesouro dessa cidade piauiense. Ao contrário das outras obras inacabadas da cidade, esta é uma boa notícia em Raimundo Nonato.


No sábado (4), a equipe do JN no Ar descansa. E, no domingo, no Fantástico, o sorteio da próxima cidade visitada.


Fonte: globo.com

quarta-feira, 14 de julho de 2010

FERIAS NO LITORAL DE ARACAJU-SE E LUCENA- PB

Saí de Florian0-PI com destino a Paraiba as 15:00 do dia 04/07/10 quando cheguei em Picos umas amigas não de deixaram continuar a viagem e passei a noite passeando e curtindo na quela linda cidade, quando foi 04:00 da manhã segui com destino a Paraiba, às 08:00 estava em Campois Sales CE, e entrei na PB às 16:00 chegando no meu destino às 18:15 em Lagoa do Mato um Sítio da nossa familia depois de Campina Grande no município de Pilôes-PB, passei dois dias em seguida fui com dois dos meus irmão em seu carro para Aracaju-SE serguindo por Pernambuco e Alagoas, em Aracaju-SE tudo muito ótimo uma orla lindissima infelismente as praias são poluidas, mas em compnsação temos o rio Sergipe desaguando no mar, com dunas propicias para Bugre e navegação de boat a remo e jet ski, de tudo fiz um pouco. Retornei para a João Pessoa-PB e Lucena passei uma semana na praia e segui de volta para Floriano de motocicleta saindo com uma serração, chuva, frio e chegando com um sol escaldante no meu querido Piauí, com 14 horas de viagem sem parar.